Mundo Noir

...o que restar depois da tempestade...

Segunda-feira, Outubro 05, 2009

Nós da Theatro de Seraphin




gostariamos de ter a companhia de vc's nesse regresso que faremos aos shows.
Agora, com a volta de Candido na guitarra, somamos um pouco de nossa experiência com toda experiência adquirida desse grande guitarrista.
Teremos conosco a presença das meninas da Flauer, o que muito valoriza nossa volta.

Contamos com todos !

Até Já!
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Quando As Catedrais Eram Brancas (album). Download em
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Para ouvir na web:

Terça-feira, Setembro 01, 2009

Sinais de Fumaça

Ao longe estamos perdendo o foco.
meu foco está se fazendo...sou feito de fumaça e gelo;
peço perdão a todas as pessoas infelizes. peço perdão por não ter percebido um erro. peço perdão pelos dias de sol quando eramos chuva. peço perdão pelas fantasias destruídas pelo eco real da vida. peço perdão por não estar entre vós. peço perdão pelos destroços, pelo frio eu peço perdão. pelo sim pelo não peço perdão. ajusto os ponteiros do relógio para o passado. meu relógio gira no sentido anti-horario. meus movimentos perdem sustentação no calor dos hemispherios. há uma turba movimentando-se entre as frestas, todos colados uns nos outros suando.
peço perdão pelos esteriótipos.

Quarta-feira, Maio 06, 2009

- - -

SOBERBA
é preciso ir ao lixo profundo
para elevar-se ao céu
descer na gangorra do mundo
para erguer-se ao infinito.

Antes havia por que dizer olá
Havia tudo que não há mais
E ainda assim esperamos anoitecer
Entre as sobras de nosso querer.

Como pode estar assim
Tudo por um triz
Como se fosse o fim
Ante nosso adormecer?

Sexta-feira, Abril 18, 2008

19 DE ABRIL - BAR BALCÃO - RIO VERMELHO - 23hs

Segunda-feira, Março 10, 2008

DIA 26 NA BOOMERANG

Segunda-feira, Outubro 15, 2007



Dias Estranhos
(Artur Ribeiro)

Estou inundado de jazz...
Queria deixar isso pra depois...
Sei que não ouço o que a vida me diz,
Mas ela me fala sempre em alfabetos desiguais...

Como ser feliz sem se encontrar? ...
Então me toque de novo, me faça feliz...
Deixe-me pensar que eu sou tudo nesse momento pra você...

[Depois pode me deixar ao vento das mudanças].
[Coisa tão banal nestes balcãs...]

Porque ser assim tão sem saber?
Se tudo que queria era uma paz
Que precisa nascer em nosso coração...

E mesmo assim ainda penso correr pra você,
Toda vez que me diz adeus,
E cada adeus é uma morte em mim,
Assim,
Assim,
Sem deixar marcas de quem fez...

Estamos sós
Em nós estamos
Sós,
Enfim.

Quarta-feira, Junho 06, 2007

Letras Theatro de Seraphin


TRISTEZA

(Artur Ribeiro / Marcos Rodrigues)

E10 E4 E7 Bm E10 A C#m7 B B7

E10
Sonhos dormem com a lua
E4
Noite nua Noite nua
Bm E10
Há de ascender-se no véu...
E10 E4
O que vai pela rua feito chuva,
Bm
Feito chuva,
E10
O que vem lá do céu?
E10 E4
Não é Deus Não é nada...
A
Essa tristeza me mata
C#m7
Essa tristeza me pega
B
Quando estou certo
Bm7
Do que vai pelo meu mundo
A C#m7
O teu sonho
O teu vício
B
E tudo o que vai em tua alma
Bm7
Que o meu espírito
Não pode entender
E10
Entender...

Letras Theatro de Seraphin


PASSAPORTE MOURO

(M. Rodrigues)

Am7 A9 Am7/A#

Am7 A9
É preciso raiva e paciência
Bm5/7-/A#
É preciso ler os horários nos jornais
Am7 A9
É preciso alguma vigilância
Bm5/7-/A#
Pra saber dos trens e aviões
Am7 A9
Alguma carta náutica no bolso
Bm5/7-/A#
Aprender a andar nas sombras e porões
Am7 A9
A mudar de bairro e de rosto
Bm5/7-/A#
Entender das nobres traições
Am7 Bm5/7-/A#
É preciso raiva e paciência (2x)
Am7 A9
É preciso realizar em silêncio
Bm5/7-/A#
O que não tem passado nem futuro
Am7 A9
Arrancar um sorriso como grama
Bm5/7-/A#
Espreitar a sorte num canto escuro
Am7 A9
Alguma carta náutica no bolso
Bm5/7-/A#
Aprender a andar nas sombras e porões
Am7 A9
A mudar de bairro e de rosto
Bm5/7-/A#
Entender das nobres traições
Am7 A9 Bm5/7-/A#
É preciso raiva e paciência
Am7 A9 Bm5/7-/A#
É preciso raiva e paciência

Letras Theatro de Seraphin


CÓLERA

(Artur Ribeiro)

(G G7+ G9m C9) (Am7 Bm G)
G7+ G9m C9

G G7+
Não temos idéia
G9m C9
Do que vamos poder
G G7+
O céu tem fronteiras
G9m C9
Que a ilusão nos faz crer
Am
Que um dia a cólera

Vai nos pegar
Bm
E vamos derrubar
G G7+ G9m C9
Tudo de uma vez...
G G7+
Se na rua não vão mais
G9m C9
Pessoas como nós
G G7+
Que palavras teremos
Gm9 B
pra silenciar...
Am
Quem zomba de nossa dor?
Bm
Doce vinho vem reanimar
Gm G7+ Gm9 C9
Esse corpo sem viver
Am
E que a vida venha embriagar
Bm
Essa alma que dança
Gm G7+ Gm9 C9
no salão tão só.

Letras Theatro de Seraphin


12 x 8

(Artur Ribeiro)

(Dm Cº) (Dm7 Bb7+) (Dm7 Cº)

Dm
Se não vamos mais falar

Que seja pra dizer
Dm7 Bb7+
O que o tempo nos deixou saber.
Dm
Deixou saber quem vem...

Quem vai...
Dm7
E se depois das seis
Bb7+
Vai ter outro alguém...
Dm7
Não vou sorrir,

Sem te chamar,
Dm7
Pra ver o mundo,

Como eu vi,
Dm7
Se nem você,

Pode imaginar
Bb7+
um sol sem luz...

Letras Theatro de Seraphin


SOMBRAS CHINESAS

(Marcos Rodrigues)

Em E4
Um ar contido que precede o grito
C9
Arrancar de minha boca fechada
C9
As palavras que não valem mais nada
Em E4
Fatalidade embriagada e mágica,
C9
Como sombras na parede do quarto,
C9
Como gatos à noite nos telhados...
C#9
Derramando vinho barato na cama,
B9
Sob a luz de uma fogueira de cartas.
Em E4
Pra construir com fumaça um templo
C9
E tornar cada segundo sagrado
C9
E orar por cada beijo roubado
Em E4
E enxergar com meus olhos vermelhos,
C9
Vendo as sombras na parede do quarto
C9
Destruindo a tirania do tempo...

Letras Theatro de Seraphin


SÚBITO

(Artur Ribeiro)


C Em C A9 (C Em) Am7 Am / C7/9m


C Em
Nem bem amanhecia eu já tão morto,
C A9
Nem bem me despertavam eu já tão lúcido,
C Em
Nem bem te conhecia você já indo embora,
C A9
Nem bem intimidade, e já somos dois estranhos...

C (7º casa)
Súbito me vi
Em (7º casa)
rodeado de agonias.
C (7º casa) Em (7º casa)
Ali, nas horas mortas que antecedem o fim do dia.
C (7º casa) Em (7º casa)
No centro de minh’alma amordaçada na tristeza,
C (7º casa) Em (7º casa)
No centro de meu ser refugiado no
Am7/9
desespero...

Letras Theatro de Seraphin


DORALICE

(Marcos Rodrigues)

(C A9 G) (Em G) (Am D7 Aº Em)

Em G
Hoje o dia se pintou de chumbo
Em
O peito a lhe sufocar
G
O sol que sempre alegra tua sala
Am A7
Só veio aos teus olhos pra te ofuscar...
Em G
Ruas tão cheias de gente vazia,
Em
Na multidão tentar se encontrar.
G
Quem sabe até poder dizer: “Bom dia!”.
Am A7
Mas solidão vem te cumprimentar...
Am
Voltar pra casa e sentar ao lado,
D7
Do telefone que não vai tocar,
Aº Em
Minutos que se arrastam como dias...
Am
Só há lembranças como companhia,
D7
Quem sabe até você pode chorar,
Aº Em
E a noite quente então se torna fria...

C A9
Ela abre a janela,
G
mas Doralice não sabe voar...

Quarta-feira, Janeiro 03, 2007

Depois que o sonho acordar...




É,
Agora é que eu te quero ver
Saber de onde vem o teu suor
Se é da alma ou das canções
Se é de terra ou se é de mar
Se vai permanecer até o fim
Depois que o sonho
acordar
É

Você não brilha mais na escuridão
E tantos outros dias são assim
Ter o tempo todo pra querer
E quase nenhum tempo pra sorrir
O riso que você roubou de mim
Depois que este sonho teve um fim...
É,
Saber não é saber quem percebeu
Chegar aonde ninguém mais chegou
Depois deitar à sombra do amanhã
Os olhos mareados de amor
E tudo voltará ser dia enfim
Depois que o sonho acordar

Mas são sagrados
Todos os pecados
Todas as angustias
As injustiças

E são sagrados
Todos os teus lábios
Todos s teus beijos
E Tuas armadilhas...

Sábado, Dezembro 09, 2006

As Estrelas

*

Se não houver uma forma
de deixar a dor se ir,
e ser lembrança mesmo que eu não venha entender....
mesmo que você não queira ouvir
o som que vem do amanhã,
- ainda assim seremos -
hoje em mim...

Tudo que o tempo apagou
tudo que deixou de resumir
nessa vida ainda estamos nós aqui...

Amor se vai voltar
então está chegando a hora
se tem algo pra dizer
diga antes que a noite caia...

antes que o barco deixe o cais
antes que as estrelas
sejam nós...

Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

Lágrima Gris

Não vou falar sem me deixar enlouquecer
Queria ter um jeito de tirar você de mim
Agora é tarde pra tentar
dizer o que a voz não tem
e mesmo assim a mente vem nos lembrar...

Não vou querer te ver nos braços de outro alguém
A dor que há só de saber - destrói meu lado bom.
E o tempo vai - passando em nós
e os dias são - laços reais
que vão nos amarrar ao velho cais...

Assim
Enfim
deixar a vida ir
Quem sabe ela chega...

Ali
No céu
Melhor pra se deitar
Pensar no amanhã que flora...

Eu fui fiel aos sonhos tolos – todos.
Castelos que em névoa - desmancharam-se ao sol...
Assim como os dias são
de âmbar e de fel
Também são as luas no caminho para o rio...

Eu tive tantos planos e coragem pra tentar
Ainda agora estou aqui vendo a maré descer
Mas foram tantas coisas
que levaram o futuro
Com lágrimas gris
e lábios de outonos...

Assim
Em mim
Lembranças de um lugar
Que a noite vai levar...

Ali
No céu
Melhor pra se deitar
Pensar no amanhã que flora...

artur
 
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